Papel Pop diz que “Canções para ninar adultos” traz “contos de histórias atuais narradas de um jeito divertido, sarcástico e bem inteligente.”

Dia 6 de dezembro rolou resenha do livro “Canções para ninara adultos” no bombante site “Papel Pop”. Além dos elogios ao livro, o editor Phelipe Cruz decidiu publicar o conto “Sexo virtual, pop e desencontros” que cita a famosa festa  Post It, organizada pelo site.

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No final do texto o editor avisa ” É pra quem é legal! E gosta de ler! São contos de histórias atuais narradas de um jeito divertido, sarcástico e bem inteligente.”

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O conto começa assim:

Sexo virtual, pop e desencontros

Ela, pink, queria ir na “PostiT”. Ele, preto, queria acordar cedo para conhecer o Mosteiro de São Bento.

— Os cantos gregorianos – sentenciava Alex, dedo no óculos, achando-se o maior intelectual do mundo – são uma das poucas heranças boas da igreja para a humanidade.

— Mas eu gosto de dançar, gatinho. E o único padre que dança é o Marcelo. Missa me lembra velório, gente velha e final de domingo…

— Olha, Amanda, não sei por que as pessoas decidiram que Britney Spears e Beyoncé são cult. Todo indie agora é fã de Lady Gaga. Nos anos 90…

— Blá, blá, blá. Que papo de indie velho! Ninguém dança ouvindo Sonic Youth e Pavement.

— Escuta aqui, por que mulher acha tanta graça em dançar, hein?

— E por que homem só dança pra conseguir trepar?

— Era uma boa, né?

— O quê?

— A gente trepar, ué! Já faz uns dois dias…

— To meio machucadinha, Alex, te falei… Amanhã a gente faz, tá?

Ela vai dançar Mariah Carey. Ele entra fundo na pornografia. Fiquemos com ele: http://www.XVideos.com; velhos fetiches, closes ginecológicos entediantes. Será que tá rolando alguma coisa no Chatroulette? Só entrando pra descobrir quem está do outro lado da webcam:

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“As histórias são aquelas que você lê e de alguma forma se identifica, seja rindo ou suspirando por alguma lembrança nostálgica.”, recomenda a revista Gloss

Resenha empolgada de Fernanda Pacheco recomenda o livro “Canções para ninar adultos” no site da revista Gloss:

Resenha empolgada da jornalista Fernanda Pacheco recomenda o livro

Resenha empolgada da jornalista Fernanda Pacheco recomenda o livro

“As histórias são aquelas que você lê e de alguma forma se identifica, seja rindo ou suspirando por alguma lembrança nostálgica. São contos do cotidiano que, de maneira contraditória, fogem do padrão e te levam a pensar: “por que não atirar meu Iphone nas águas sujas do Tietê, oras?”. É, parece loucura (e tem mesmo que parecer!), mas você vai entender quando ler o livro. Além de contos sentimentais e irreverentes, o livro também vem com várias referências literárias: de Caio Fernando Abreu até Charles Bukowski, passando inclusive por referências bíblicas.

Se você for o tipo de leitora que vive procurando autores novos pra ler, fica aqui a dica. Ah, experimente também ler os contos intercalando o lado A e o B e ouvindo as músicas indicadas pelo autor (ou as músicas que você quiser).”

Leia a resenha completa aqui.

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Sobre o autor

Fred Di Giacomo (09/01/1984) é jornalista e trabalha como editor-chefe dos sites jovens da Abril. Nasceu em Penápolis, sertão paulista, filho de professores que o criaram rodeado de livros. Na adolescência, revezava bandas punk com textos para zines e blogs. Mudou para Bauru, em 2002, depois de ser aprovado em primeiro lugar no curso de jornalismo da Unesp. Em 2006, migrou para São Paulo, depois de ser aprovado no Curso Abril de Jornalismo. Foi contratado pela editora Abril logo em seguida e, hoje, coordena a premiada equipe responsável pelos sites de Superinteressante, Mundo Estranho, Guia do Estudante e Recreio. Com esses trabalhos ganhou o Prêmio Abril de Jornalismo, foi indicado para o SPD e teve trabalhos selecionados para o File. Em meio a tantos projetos ainda arruma tempo para tocar na “Banda de Bolso”

“Para quem acha que a literatura brasileira está muito comportada, vale ver o livro de estreia do jornalista Fred Di Giacomo”, recomenda a revista Vida Simples

Resenha do livro “Canções para ninar adultos” na revista Vida Simples

O livro “Canções para ninar adultos” ganhou resenha na revista Vida Simples de dezembro. A editora Jeanne Calegari indicou o livro pra quem “acha que a literatura brasileira está muito comportada”.

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Revista Contigo! recomenda o livro “Canções para ninar adultos”

Em matéria na edição que chegou hoje às bancas (21/11) a revista Contigo! recomendou o livro “Canções para ninar adultos”, do jornalista Fred Di Giacomo, e citou o conto “Buk, o velho tarado”.

Livro “Canções para ninar adultos” foi destaque na revista Contigo!

Sobre “Canções para ninar adultos”
Jornalistas, hipsters, rebeldes de iPhone e até o escritor Paulo Coelho convivem nos textos ágeis com náufragos, adolescentes de asa e cenários bíblicos. As ilustrações de miolo remetem a discos clássicos (O primeiro LP dos Secos & Molhados e o primeiro dos Ramones), mas trazem escritores famosos no lugar dos músicos originais. No final do livro, o autor oferece um cardápio de músicas (da MPB indie de Otto e Criolo até o compositor clássico Dvorak, passando por Rapture, pelo jazz de Count Basie e o rebolado de Christina Aguilera) pro leitor degustar enquanto chafurda nos continhos caóticos.

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“Fred Di Giacomo sabe lidar com os riscos e dar gravidade aos enredos”, analisa Edison Veiga Jr. na orelha de “Canções…”

O escritor e repórter especial do Estadão, Edison Veiga Jr, foi colega de faculdade de Fred Di Giacomo, autor de “Canções para ninar adultos”. Ele foi um dos (ir)responsáveis por escrever a orelha do livro:

Um livro ou um disco? Ambos têm lá seus riscos. E Fred sabe bem como lidar
com eles, fazer com que os agudos incomodem, dar gravidade aos enredos.
Traduzir punkemente em palavras as cruas melodias de Aids, LSD, Bukowski,
iPhone e outros improváveis temas. Lembrar do fedor do Tietê. Encontrar poesia
nas dedicatórias – como talvez você ostente neste exemplar, por obra de ter
vindo ao lançamento ou pelo acaso de encontrá-lo perdido num sebo alguns anos
adiante. São dois riscos. Afinal, este é um livro com Lado A e Lado B.

Então, é isto: arriscar. E não acreditar em nada do que for o resto.

*Edison Veiga é jornalista e escritor. Publicou, entre outros, Mingutas – Correndo
da Carranca do Carimbo, Caramba! (Patuá, 2011) e O Menino Que Sabia
Colecionar (Panda Books, 2012).

Tempos de faculdade: da esquerda pra direita Edison é o segundo de verde e Fred o sétimo.

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“Rivotril, smartphones, hipsters e referências literárias não são o mais importante do livro”, reflete o jornalista Felipe Van Deursen

Jornalista, blogueiro, escritor e editor da revista SUPERINTERESSANTE, Felipe Van Deursen assina a orelha do livro “Canções para ninar adultos” de Fred Di Giacomo.  Leia abaixo as impressões do jornalista:

“Os contos de “Canções Para Ninar Adultos” citam Beethoven, Virginia Woolf e Eduardo Galeano e chegam em Rivotril, smartphones e os hipsters de Londres, Berlim e Pinheiros (sim, o Brasil não é mais periferia do mundo e os textos lembram isso). Superada essa camada de belas referências e tortuosas lembranças, o livro fala de coisas menores, digamos assim, e, por isso mesmo, mais importantes. Menores como os primeiros flertes de um futuro casal na internet. Como o eterno sonho do menino que quer voar. Como canções de ninar inesquecíveis, que ecoam na memória mesmo (ou principalmente?) quando viramos adultos. ”

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“Don’t believe the hipsters”, avisa Van Deursen

Xico Sá chama autor de “Canções para ninar adultos” de “escritor-leitor tarado” em prefácio do livro

O jornalista e escritor Xico Sá foi o escolhido para escrever o prefácio de “Canções para ninar adultos” do jornalista Fred Di Giacomo. Divertidíssimo e inteligente, o cronista de Crato mandou o textinho abaixo para embelezar ainda mais o livro:

Calma, senhoritas, não se assanhem, Xico Sá chamou Fred Di Giacomo de tarado POR LIVROS

“Canções para ninar adultos”, por Xico Sá.
Todo cuidado é pouco, senhoras & senhoritas,“Canções para ninar adultos” é obra de um tarado. Um leitor-escritor tarado, capaz de trazer para o jogo da narrativa o jeito tranquilo do matador Chester Himes e a viagem sem fim de Céline.
Logo de cara, Robert Louis Stevenson, o maior narrador da história da humanidade, também vira meio personagem em uma dedicatória. É a escrita sampleada de um tarado por livros.
Um escritor-leitor taradíssimo, rápido nos diálogos como um devasso de pornô-chat que alcança o paraíso. Na literatura, só os tarados têm o direito de tocar os leitores. O resto é chatice com solenidade mofada.
Fred Di Giacomo faz um free-jazz que junta o repertório de vasta leitura com a velocidade fragmentada da sua geração. Falando em jazz, pule as páginas e vá direto ao encontro do Sr.Count Basie. Depois rebobine e recomece.
Ao chegar em Suvenir City (No conto “Menino Alado”), tente levar uma vida slow-motion. Fique na SP do saloon Glicério ou volte para Penápolis. Há sempre uma boa encruzilhada na viagem deste livro. Eu não voltei até agora.
Xico Sá, escritor e jornalista, colunista da Folha de S. Paulo, é autor de “Chabadabadá – As Aventuras do Macho Perdido e da Fêmea que se Acha” e + 10 livros. Na TV, participa dos programas “Cartão Verde” (Cultura) e “Saia Justa” (GNT).